Banco de Dados na Programação para Geoprocessamento – Parte 1

O geoprocessamento é uma disciplina com uma vasta área de aplicações e fornece informações muito importantes através de imagens e dados para diversas áreas. Dados – esse é um componente muito importante para o geoprocessamento. Afinal, o que seria para esta disciplina somente as imagens vetoriais sem os dados? Seriam imagens vetoriais e não necessitariam de processamentos de dados algum. A manipulação de seus dados são de grande importância para que estes sejam confiáveis, íntegros e redundantes. Por outro lado não podemos nos esquecer que uma imagem vale mais do que mil palavras.

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Primeiro vamos a nossa introdução: O primeiro tipo de banco de dados a ser comercializado foi o banco de dados em rede ou reticular, também chamado de CODASYL Conference on Data System) ou DBTG ( Database Task Group). Em seguida surgiu o Banco de Dados Hierárquico e a sua implementação mais popular foi o IMS ( Information Management System). Esses dois modelos de Banco de Dados eram conhecidos como sistema de navegação e eram complexos e de difícil manutenção e os relacionamentos eram definidos através de ponteiros.

Em 1970 o Dr. E. F. Codd propôs o modelo relacional para o sistema de banco de dados. Este modelo é baseado na teoria dos conjuntos e as operações sobre as relações (tabelas) são as operações da teoria dos conjuntos.

Mais recentemente surgiram os banco de dados Objeto-Relacional que se propõem a serem tanto banco de dados Relacionais como banco de dados orientados a objeto, os banco de dados geográficos que possibilitam a armazenagem de grandes imagens como por exemplo o campo oid no PostGIS que são definidos para Large Object e o campo Shape do Geodatabase da ESRI que é um campo muito especial e capaz de armazenar uma quantidade enorme de dados seja de imagens ou de vetores, e outros banco de dados como os utilizados para mapeamento genético como o Gerenciador de dados de genoma, Banco de dados Móvel, Banco de dados Multimídia, Banco de dados Distribuídos etc.

Como foi abordado no post anterior, a facilidade de manipulação de dados no PostGIS ficou muito fácil e os comandos de manipulação de dados SQL - Structured Query Language ficaram muito fáceis e amigáveis para qualquer leigo no assunto e foi possível a inserção de dados vetoriais com apenas um único clique usando o Quantum GIS. Em relação às imagens foram necessários alguns comandos muito simples de inserção e seleção.

No ArcMap 9.3 , a manipulação de dados é tão fácil e automático que muitas vezes pensamos não ser necessário ter conhecimento de banco de dados. A facilidade e automaticidade são muito importantes e produtivos mas o conhecimento de banco de dados é importante no sentido de evitar que os dados se tornem não redundantes e não confiáveis.

Por exemplo, a seguinte imagem pode fornecer dados corretos mas será que é preciso a criação de tantas colunas para dados de apenas um local que possui algumas agências ou órgãos? Essa imagem é só um exemplo porque a verdadeira tabela de uma empresa, continha cerca de 120 colunas e isso prejudica a realização de junção (JOIN) com tabelas de um banco de dados relacional.

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E nesta outra imagem que contém dados somente para exemplo, os dados serão recuperados mas como será a sua recuperação em um sistema de informações?

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No início eu até fiz tabelas como essas demonstradas e só fui descobrir a dificuldade de manipular os dados mais tarde quando tive que desenvolver aplicativos para web. Outros pontos que não são recomendáveis para o bom funcionamento de um banco de dados é nomear as tabelas e as suas respectivas colunas, ou seja os cabeçalhos, usando acentuação, espaços e caracteres especiais porque pode ser que comprometa a sua utilização em um possível aplicativo a ser desenvolvido como por exemplo nesse trecho de código de programação:

String sql = “ SELECT identificação, organização, ação de espera, todos os documentos FROM tabela ação;”

Se alguém estiver programando em Java ou Action Script provavelmente poderá ter problemas assim como se alguém criar esses campos no shapefile em seguida criar um serviço de mapas para depois chamar o serviço REST - Representational State Transfer - destes campos certamente poderá ter problemas. Esse código não terá problemas se for chamado como o trecho a seguir:

String sql = “SELECT identificacao, organizacao, acao_de_espera, todos_os_documentos FROM tabela_acao;”

Nesses dois exemplos acima nós poderíamos dividir as tabelas e usar o comando SQL  JOIN (junção) para unir os dados das duas tabelas usando a chave primária e a chave estrangeira. E é justamente isso que será abordado neste e nos posts seguintes. O DBA – Database Administrator ( Administrador de Banco de Dados ) Tiago Campos irá dar algumas considerações sobre a matéria.

Eu penso que não é necessário ser um DBA ou ter um conhecimento equivalente a este para manter as tabelas relevantes na programação para geoprocessamento mas entender os conceitos básicos da matéria como por exemplo: os comandos de manipulação de dados SQL , a DML – Data Manipulation Language, os conceitos de chave primária e chave estrangeira, o conceito de índice, o conceito de JOIN, a cardinalidade e relacionamentos e a normalização é recomendável.

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A importância também de conhecer os conceitos de banco de dados é porque o programador de geoprocessamento não precisa ter os privilégios necessários para a criação de uma tabela no banco de dados relacional mas ele é responsável pela criação e manipulação das tabelas de um shapefile assim como as suas respectivas junções (JOINS), a sua cardinalidade (um para um, muitos para um ou um para muitos e muitos para muitos), criação das chaves primárias e estrangeiras e a observação das formas normais de criação de tabelas.

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O ArcMap 9.3 possui a opção de fazer JOIN com uma tabela de um banco de dados relacional e fornece as possíveis colunas candidatas a chave estrangeira para fazê-lo conforme as conexões feitas no ArcCatalog 9.3. Este sem dúvida é um grande gerenciador de banco de dados porque nele é possível fazer uma conexão com vários SGBDs – Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados com apenas um clique no botão direito e com as janelas de assistência não necessitando de inserção de códigos nem comandos SQL. Mais um ponto para a observação das chaves primárias e estrangeiras porque se estas estiverem corretas e definidas com um identificador comum nas tabelas de diferentes SGBDs ( por exemplo: Oracle, SQL Server, PostgreSQL , SDE Geodatabase, etc.), o ArcMap 9.3 poderá fazer JOINS entre as tabelas unindo-as todas em uma única tabela automaticamente somente com as suas janelas de assistência e com as conexões do ArcCatalog 9.3.

Somente para reforçar a importância do que foi dito anteriormente: no artigo postado anteriormente   sobre SOAP no FLEX  foi feito um JOIN de uma tabela de um shapefile que estava em um serviço no ArcGIS Server 9.3.1 com um web service SOAP de um serviço do Business Intelligence Pentaho. Isso só foi possível por causa dos identificadores comuns das chaves primárias e estrangeiras e o resultado foi a visualização de dados de um Business Intelligence nos serviços de mapas do ArcGIS Server 9.3.1 com dados provenientes de um Data Warehouse.

Como neste post será abordado os conceitos gerais e introdutórios e as opiniões de um desenvolvedor de sistemas web para geoprocessamento, vamos abordar a respeito da importância da normalização na criação das tabelas seja de bancos de dados relacionais ou de bancos de dados geográficos.

A tabela seguinte pode não apresentar erros mas notem que ela está sujeita a ter dados de difíceis manipulação e manutenção porque contém dados repetidos não estando conforme a primeira forma normal:

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Notem que conforme a inserção dos dados nos campos ela poderá conter dados que podem dificultar a sua manipulação por isso é muito importante observar a normalização.

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No livro Sistema de Banco de Dados 4ª Edição dos autores Rames Elmasri e Shamkant B. Navathe, diz que na primeira forma normal (1FN) “Estabelece-se que o domínio de um atributo só deva incluir os valores atômicos (simples, indivisíveis), e que o valor de qualquer atributo em uma tupla deve ter um único valor no domínio daquele atributo.” Na obra “SQL Server 2005 Administração & Desenvolvimento – Curso Completo” de Júlio Battisti encontramos que “Uma tabela está na Primeira Forma Normal quando seus atributos não contêm grupos de repetição.” Neste mesmo livro o autor cita o conceito de chave primária: “ …o campo Chave Primária identifica de maneira única cada registro de uma tabela, isto é, de posse do valor da chave primária somente localizaremos um registro com aquele valor no campo Chave Primária.”. Mas a Chave Primária pode não ser uma única coluna então passaremos a ter mais colunas como chave primária tornando a tabela como possuidora de chave primária composta.

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Voltando ao conceito de normalização para responder a uma pequena dúvida: Mas o que fazer se um determinado estado possuir ilhas como o estado do Pará por exemplo e não for possível a separação nas tabelas? Nesse caso não é possível ter somente dados atômicos e terão dados repetidos mesmos a não ser que seja criada uma outra regra no seu projeto de banco de dados assim como na Tabela_pedido da figura acima a coluna “idregiao” que possui dados repetidos. Para separar esses dados a fim de que se tornem dados não repetitivos é preciso avaliar o seu custo-benefício. Seguir os conceitos de normalização não irá garantir que as tabelas criadas ou o projeto de banco de dados tenham somente dados íntegros e redundantes. No livro Sistema de Banco de Dados os autores dizem que: “ A normalização de dados pode ser vista como o processo de análise de determinados esquema de relações com base em Dfs e chaves primárias para alcançar as propriedades desejáveis de: (1) minimização de redundância e (2) minimização de anomalias de inserção, exclusão e atualização…” . Ou seja, tudo o que foi dito até agora é para minimizar possíveis falhas, dificuldades de manipulação, facilidade de busca e minimização de redundâncias. Afinal na Tecnologia da Informação não é possível estabelecer uma padronização de acontecimentos e os desafios fazem com que tanto a área de TI quanto a área de geoprocessamento tornem se mais atraentes e desafiadores.

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Este post inicial foi mais conceitual e os próximos serão mais técnicos e realmente dirigidos para o SGBD PostgreSQL desde a sua instalação até os comandos necessários para uma boa integração de dados de um banco de dados relacional com uma tabela de um banco de dados geográfico.

Bibliografia:

_ ELMASRI, Rames; NAVATHE, Shamkant B. Sistema de Banco de Dados. Pearson. 4ª Edição. 2005.

_ BATTISTI, Júlio. SQL SERVER 2005 ADMINISTRAÇÃO & DESENVOLVIMENTO CURSO COMPLETO. Axcel. 2005 .

Inserção de Vetores e Raster no PostGIS com o Quantum GIS

A facilidade de conexão com o banco de dados e a praticidade de seleção e inserção de vetores e imagens com o Quantum GIS faz com que os trabalhos de geoprocessamento fiquem mais otimizados. Este post irá abordar justamente essa facilidade. O primeiro passo é fazer uma conexão do Quantum GIS com uma base de dados do PostGIS e no site do Anderson Medeiros o assunto é muito bem abordado e por isso a matéria não será abordada neste post.

Depois de conectado, um arquivo shapefile do estado de São Paulo será inserido no PostGIS.

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Para começar é preciso usar o botão “Importar arquivos shape para o PostgreSQL” que é um botão cujo ícone é um elefante azul, símbolo do PostgreSQL, que está destacado em vermelho e está na barra de ferramentas “Banco de Dados”.

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Em seguida abrirá a janela “Ferramenta de importação de arquivo shape para PostGIS”. Para adicionar uma feição é preciso clicar no botão “Adicionar” e em seguida navegar até o local em que se encontra o arquivo shape. O próximo passo será clicar no botão “Open” para abrir arquivo shape na janela anterior.

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A imagem acima é só para verificar se a conexão com o banco de dados está tudo bem…

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É muito importante definir o “Esquema global” e para isso é preciso clicar no botão “Conectar”.

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Depois de inserido o arquivo shape na janela é preciso definir o “Esquema” em que este será salvo. Caso não tenha sido criado nenhum esquema o padrão é “public”.

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Depois de clicado o botão “OK” o arquivo shape será inserido no PostGIS automaticamente sem nenhuma linha de comando SQL – Structured Query Language , que são comandos para manipulação de um banco de dados.

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Para adicionar o arquivo shape salvo no PostGIS no Quantum GIS é só clicar no botão “Adicionar camada PostGIS” conforme a imagem acima. Em seguida será aberta uma janela com todas as feições disponíveis no PostGIS. Selecione a camada desejada e clique em adicionar…

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A camada vetorial será inserida automaticamente no Quantum GIS.

Para trabalhar com imagens (raster) é preciso digitar os comandos no PostGIS.

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Para começar é preciso abrir a janela “SQL Editor” do PostGIS e nessa versão usada o botão está com um ícone amarelo com a escrita SQL em vermelho conforme destacado acima. O primeiro comando a ser dado é para a criação de uma tabela conforme a imagem acima. Nesse exemplo a tabela chamará “imagemGoiania” e terá duas colunas: name que terá um campo text e raster que terá um campo oid que é um campo para Large Objects no Postgis.

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Em seguida será inserida a imagem …

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O primeiro passo é definir o local onde a imagem está e em seguida, no editor de SQL, inserir o comando de inserção “lo_import”  (lo – large object) conforme o exemplo acima e irá importar os dados do local em que a imagem está no computador. A imagem será inserida na tabela conforme podemos observar na imagem acima : raster e o oid com o identificador 17981.

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Para recuperar a imagem é preciso inserir o comando de seleção “lo_export” conforme o exemplo acima e definir o local em que a imagem será salva. Neste exemplo o local será a pasta resultado que está no disco C: .

Finalmente a imagem poderá ser carregada no Quantum GIS novamente do local em que a imagem foi salva.

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Para saber mais:

www.postgresql.org/docs/8.0/static/lo-funcs.html

http://andersonmedeiros.com/qgis-conectar-banco-postgis/

Uma Janela Personalizada no i3geo

O i3geo é um software para geoprocessamento. É uma ótima ferramenta livre baseada no MapServer e permite personalizá-lo conforme a necessidade do usuário. Esta matéria irá abordar justamente este tópico que poderá ser muito útil para as pessoas que tenham interesse em criar novas aplicações baseadas nesta ferramenta.

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Como foi um teste experimental muito interessante e gratificante e a ideia de inserir vídeos no i3geo do Murilo Cardoso foi desafiadora, sendo deste o crédito desta matéria e crédito também para Edmar Moretti, autor desta eficiente e poderosa ferramenta de geoprocessamento, faço questão de narrar em primeira pessoa.

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Depois de experimentar várias ferramentas disponíveis do i3geo percebi que algumas poderiam fornecer outras informações personalizadas e diferentes das disponíveis na ferramenta, lembrando que as ferramentas disponíveis no i3geo são muito bem desenvolvidas para as necessidades da área de geoprocessamento. Mas por que não usar esta ferramenta em outras áreas como por exemplo a área de administração, marketing e turismo? Baseado neste tópico resolvi personalizar uma janela para que esta pudesse inserir os meus próprios dados e mídias em conjunto com os dados da ferramenta i3geo. Por exemplo: gostaria de uma janela que, ao clicar em algum ponto do mapa disponibilizado no i3geo, fornecesse dados do local clicado em forma de imagens, gráficos, vídeos ou tabelas e que os dados fossem obtidos de uma base de dados com dados diferentes dos inseridos nas tabelas do shapefile usado no i3geo. Então nesse caso seria uma junção de dados das tabelas do shapefile do i3geo em conjunto com dados obtidos de bases externas. Neste ponto então poderemos começar a pensar na utilização de ferramentas de Business Intelligence como o Pentaho por exemplo e com dados obtidos de um DataMart ou DataWarehouse no i3geo acessando por exemplo a minha tabela do MySQL chamado curso_pentaho_dw do ótimo curso de Pentaho ministrado pelo professor Bruno,  no caso de se pensar em algo mais complexo. Mas nesta matéria os dados serão obtidos de uma base de dados relacionais do PostgreSQL.

Os dados das tabelas são fictícios e servem apenas como exemplo:

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Para começar o trabalho foram selecionadas duas janelas que poderiam ser muito úteis para isso: A primeira é a janela de informações “Identifica” que aparece quando clicado na figura azul com um ponto de exclamação e a outra janela fica na legenda e é chamada “Mostra em janela” e que passará a ser chamada de “Mostra na janela modificada”.

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Porque as duas janelas foram selecionadas? A diferença entre uma janela e outra é que uma disponibiliza os dados nas outras interfaces além do OpenLayers como o Google Maps

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e a outra janela “Mostra na janela” não está disponível na interface do Google Maps mas está na interface do OpenLayers para tablets.

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Uma outra diferença é que a janela “Mostra na janela” possui a vantagem de destacar o mapa selecionado na legenda ocultando os outros mapas possibilitando assim um maior destaque em apresentações.

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Mas por onde começar? Em primeiro lugar é preciso ter algum conhecimento de programação, porque o código terá que ser alterado para que a janela seja personalizada. Para isso o i3geo fornece todo os nomes dos arquivos e o local em que se encontram numa interface bem amigável. É só clicar no arquivo a ser alterado que ele indicará o local. Foi o que aconteceu na exploração e na seleção destas duas janelas que foram personalizadas.

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Para a alteração da janela “Mostra em janela” agora chamada de “Mostra na janela modificada”, o arquivo da legenda foi alterado para que os gráficos – nesta matéria foi usado o gráfico pChart , tabelas e mídias pudessem ser inseridos e os dados externos obtidos dinamicamente através de acesso a banco de dados e as mídias disponibilizadas do próprio servidor web Apache do próprio i3geo como por exemplo: http://localhost/foto.jpg . Ao selecionar uma camada na legenda, o mapa da camada selecionada será destacada e a janela personalizada será aberta com todos os dados referentes a camada seja dados internos ou externos. Ao fechar a janela o i3geo retorna a sua interface normal.

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A utilização da janela identifica é interessante por que uma legenda com todas as camadas é disponibilizada e ao selecionar uma camada as mesmas informações da janela “Mostra na janela modificada” aparecerá para a camada de mapa correspondente.

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Ao mudar de interface do OpenLayers para o Google Maps a janela identifica mostrará as mesmas camadas e as mesmas informações.

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Para saber mais:

http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=1444332

Imagem no i3geo

Este post irá atualizar o anterior http://geobrainstorms.wordpress.com/2011/09/24/como-disponibilizar-uma-imagem-raster-no-i3geo/ e explorar a inserção de imagens no i3geo que ficou muito mais fácil e amigável. A imagem a ser inserida no i3geo é a imagem da ortofoto do Rio de Janeiro que foi baixada de: http://portalgeo.rio.rj.gov.br/ortofotos/ortof_new.HTM .

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O primeiro passo foi converter o arquivo para o formato .geotiff para que as informações georreferenciadas sejam armazenadas e em seguida georreferenciar a imagem usando uma ferramenta para geoprocessamento como o ArcMap da Esri. O georreferenciamento da imagem não será abordada nesta matéria por fugir do escopo desta.

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O passo seguinte é salvar a imagem na pasta do servidor i3geo que no sistema operacional Windows fica geralmente em: C:\ms4w\Apache\htdocs\i3geo\aplicmap\dados que é o local reservado pelo i3geo para os arquivos shapefiles e rasterfiles ( imagens ).

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O próximo passo agora é configurar o arquivo .map do i3geo e na versão deste post é o geral1windowsv6.map

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O arquivo .map (mapfile) do i3geo para o Windowsgeral1windowsv6.map – não vem com o driver configurado para os arquivos com formatos .tif e .geotiff. Para configurar esses tipos de arquivos como .gif, .kmz, .kml, .pdf, png8 e outros é preciso buscar a documentação do MapServer no próprio site: http://mapserver.org/mapfile/outputformat.html . O arquivo .tif deste post foi configurado conforme a figura abaixo:

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Depois de configurado o driver para o formato da imagem é preciso criar uma camada para que ela possa ser visualizada no i3geo. Neste mesmo arquivo geral1windowsv6.map foi inserida uma camada conforme a figura abaixo:

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Com estes dois passos anteriores é possível resumir uma inserção simples de uma imagem .tif no i3geo. Há outras formas de inserção mais avançadas disponíveis no MapServer também. Em seguida é recomendável reiniciar o servidor Apache para que as configurações tenham efeitos…

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E chamar o i3geo de um navegador web.

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Depois de iniciado o i3geo podemos ver o resultado da inserção da imagem no OpenLayers

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Com o fundo Esri World 2D e com apenas um clique na opção Aplicativos – > Google Maps

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A imagem poderá ser visualizada no Google Maps.

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Para saber mais:

http://mapserver.org/mapfile/outputformat.html

http://mapserver.org/input/raster.html

http://geobrainstorms.wordpress.com/2011/09/24/como-disponibilizar-uma-imagem-raster-no-i3geo/

Eventos nos Mapas SVG

SVG – Scalable Vector Graphics ( Gráficos Vetoriais Escaláveis ) – é uma linguagem baseada em XML para descrever desenhos e gráficos bidimensionais vetoriais de forma estática, dinâmica e também animada. Foi criado pelo World Wide Web Consortium, responsável pela definição de outros padrões, como o HTML e o XHTML. O SVG é suportado por todos os navegadores web modernos de forma nativa ou através de bibliotecas JavaScript, neste caso possibilita a criação de eventos baseados em scripts.

O SVG possui diversas formas como: retângulo, círculo, elipse, linha, polígono entre outros. Um mapa possui o formato de polígono por possuir inúmeros lados.

A animação declarativa básica no SVG é feita com o SMIL – Synchronized Multimedia Integration Language, através de declarações nas tags correspondentes; a animação porém pode ser feita com a utilização do JavaScript, possibilitando assim  a utilização de uma infinidade de recursos dos scripts.

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Este post irá explorar a animação feita com o JavaScript e com o uso da biblioteca JavaScript RaphaelRaphaël—JavaScript Library . Essa biblioteca possibilita uma infinidade de opções para animação em gráficos SVG. No site a biblioteca pode ser baixada e os eventos JavaScripts também pode ser encontrada na documentação da biblioteca.

Para usar a biblioteca é preciso incluir o raphael.js na página HTML. Neste exemplo a biblioteca usada foi o raphael-min.js.

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A criação dos mapas SVG é bem explicado pela Gabriela em: http://geobrainstorms.wordpress.com/2012/12/06/mapa-svg-com-jqvmap-passo-a-passo/ e a inserção dos polígonos vetoriais é feita com o CSS – Cascading Styles Sheets

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E com o JavaScript

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Há muitos exemplos bons e impressionantes na web que poderão ser usados como inspirações para novas e diferentes ideias.

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Para saber mais:

http://raphaeljs.com/

http://www.w3schools.com/svg/

http://maujorsvg.com.br/

Livro sobre servidores de mapas usando tecnologias livres gratuito

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Olá a todos!

A EMBRAPA lançou recentemente um livro de extrema relevância para todos os que pretendem disponibilizar dados geográficos na web. O livro trás, com muita qualidade, uma grande quantidade de informarções e tutoriais de como instalar e configurar servidores de mapas utilizando diversas ferramentas gratuitas e/ou livres. Faça download CLICANDO AQUI.

Abraço!

Murilo Cardoso

Gráficos no i3geo

O i3geo é um ótimo software livre para criação de mapas interativos,  geoprocessamento de dados e também um sistema de informações geográficas com muitas ferramentas e aplicativos, e pode ser encontrado em http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=1444332 .

Este post mostra o software com uma versão mais atualizada com uma versão para dispositivos móveis além de uma interface mais amigável. O destaque é a facilidade de inserção e criação de mapas que podem ser obtidos de um arquivo shape, de um arquivo .dbf  ou de arquivos .kml.

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Como este post irá explorar a inserção de um arquivo shape ( shapefile ) e a criação de gráficos, o primeiro passo será  observar os dados fictícios para exemplo da tabela do arquivo shape.

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Em seguida o mapa do Brasil será inserido no i3geo. Para isso e só clicar no botão de ferramentas e depois na opção Upload e clicar em Vetor. Abrirá uma janela de opção para a seleção do tipo de arquivo, que neste post será um arquivo shape, definir a localização dos arquivos .shp, .shx e .dbf, o tipo de arquivo (neste caso sera um polígono ), o tipo de coordenada geográfica e em seguida clicar no botão enviar.

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O arquivo shape do mapa do Brasil é carregado com estes simples passo a passo  e pronto para ser analisado e diponibilizar as informações contidas na tabela do arquivo.

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Para inserir um gráfico e visualizar seus dados é só clicar no botão Análise que esta na parte superior direita do navegador e selecionar a opção Grafico interativo, definir o tipo de gráfico, o seu campo X, que neste caso foi a unidade da federação – UF, o seu campo Y, que neste exemplo foi a quantidade, conforme podemos observar na tabela do arquivo shape, e finalmente clicar no botão para criar o gráfico…

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O resultado é uma visualização com informações úteis e muito eficiente obtidas do arquivo shape (shapefile)…

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A visualização no Google Maps com apenas um clique é uma boa opção.

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Para saber mais:

http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=1444332

http://geobrainstorms.wordpress.com/2011/06/21/explorando-o-mundo-do-i3geo/

http://geobrainstorms.wordpress.com/2011/08/10/disponibilizando-um-shapefile-no-i3geo-%E2%80%93-parte-1/

http://geobrainstorms.wordpress.com/2011/07/02/disponibilizando-um-shapefile-com-o-mapserver-no%C2%A0i3geo-parte-2/

http://geobrainstorms.wordpress.com/2011/06/25/disponibilizando-um-shapefile-com-o-mapserver-no-i3geo/

http://geobrainstorms.wordpress.com/2011/10/18/alterar-representacao-inicial-do-i3geo-mapa-padrao/